Desde 2019, quando a FIFA alterou algumas regras do futebol, bem como a ideia de poder cobrar tiro de meta para um companheiro dentro da área, tornou-se possível para os treinadores tomar cartão amarelo. Assim como os jogadores, eles podem ser suspensos caso levem dois amarelos, acumulem três cartões ou simplesmente serem expulsos durante o jogo.
No Brasil, um destaque nesse aspecto é o português Abel Ferreira. O técnico, no Palmeiras desde 2020, é figura carimbada na súmula dos juízes.
No entanto, a chegada de Luis Zubeldía ao São Paulo foi para colocar isso à prova, afinal o argentino de 42 anos tem se superado e muito quanto aos cartões. Nesse quesito, o mesmo é líder isolado.
Vencida a 20ª rodada do Brasileirão (salvo algumas equipes com jogos adiados), veja quais são os técnicos que mais foram punidos em 2024:
10 - Luis Zubeldía (São Paulo): 9 amarelos e 1 vermelho.
6 - Abel Ferreira (Palmeiras): 6 amarelos.
3 - Pedro Caixinha (Bragantino): 2 amarelos e 1 vermelho; Petit (Cuiabá): 2 amarelos e 1 vermelho; Thiago Carpini (Vitória): 3 amarelos; Tite (Flamengo): 3 amarelos.
2 - Gabriel Milito (Atlético-MG): 2 amarelos; Mano Menezes (Fluminense): 2 amarelos; Roger Machado (Internacional): 2 amarelos.
1 - Artur Jorge (Botafogo): 1 amarelo; Cláudio Tencati (Criciúma): 1 amarelo; Fernando Seabra (Cruzeiro): 1 amarelo; Jair Ventura (Juventude): 1 vermelho; Juan Pablo Vojvoda (Fortaleza): 1 amarelo; Ramón Díaz (Corinthians): 1 amarelo; Renato Gaúcho (Grêmio): 1 amarelo; Rogério Ceni (Bahia): 1 amarelo.
Os técnicos Rafael Paiva (Vasco), Vagner Mancini (Atlético-GO) e Martín Varini (Athletico-PR) ainda não foram punidos com cartões. Dessa forma, esses três são os únicos "zerados" até o dado momento.
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