Na contestada eleição da Venezuela, na qual os portais informaram vitória de Nicolás Maduro, até o dado momento, conflitos entre manifestantes e militantes ocorrem no país.
Em meio ao caos da possível fraude, uma vez que não houve qualquer transparência na apuração dos votos, bem como a remota possibilidade de um venezuelano fora do país conseguir votar, tornou-se uma situação desconfortável para os líderes sul-americanos. Em verdade, diante dos questionamentos dos EUA e UE (União Europeia), reconhecer o triunfo de Nicolás Maduro poderia colocar o Brasil em maus lençóis.
Em nota, o Partido dos Trabalhadores (PT), o qual integra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse: "O PT saúda o povo venezuelano pelo processo eleitoral ocorrido no domingo, dia 28 de julho de 2024, em uma jornada pacífica, democrática e soberana." Eles acrescentaram: "Importante que o presidente Nicolás Maduro, agora reeleito, continue o diálogo com a oposição, no sentido de superar os graves problemas da Venezuela, em grande medida causados por sanções ilegais."
Vale ressaltar que o Governo do Brasil ainda não se posicionou acerca das eleições do país vizinho e pediu maior transparência para com o caso.
De acordo com reportagem do site UOL, a China parabenizou Maduro por sua reeleição. Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, enfatizou que os dois países são ''bons amigos e parceiros que se apoiam mutuamente. Além do país asiático, o presidente da Rússia, Vladimir Putin enviou seus cumprimentos. Ademais, Xiomara Castro, presidente de Honduras, o General do Exército Raúl Castro Ruz, de Cuba, o Líder Luis Arce, da Bolívia e o Governo da Nicarágua também reconheceram a vitória de Maduro.
Em contrapartida, países como Uruguai, Argentina, Costa Rica, Equador, Paraguai, Peru e República Dominicana publicaram carta conjunta e pediram uma contagem transparente dos votos. Além do mais, eles solicitaram ação das OEA (Organização dos Estados Americanos) para o caso.
Os Estados Unidos afirmaram preocupação. Na Europa, Itália, Espanha e a União Europeia no geral demonstraram insatisfação com o método de apuração das eleições.

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