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Quinta-feira, 30 de Abril de 2026

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Vacina bivalente contra a covid-19 começa a ser aplicada amanhã

Inicialmente, a vacina será aplicada somente nos grupos de risco. Na fase 1 será aplicada em pessoas acima de 70 anos de idade, imunocomprometidos, indígenas, ribeirinhos e quilombolas.

Vacina bivalente contra a covid-19 começa a ser aplicada amanhã
© Tânia Rêgo/Agência Brasil
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O Ministério da Saúde começa a aplicar amanhã (27), em todo o país, a vacina bivalente contra a covid-19. Segundo a pasta, o imunizante melhora a imunidade contra o vírus da cepa original e também contra a variante Ômicron, e possui perfil de segurança e eficácia semelhante ao das vacinas monovalentes.

Inicialmente, a vacina será aplicada somente nos grupos de risco. Conforme divisão anunciada pelo ministério, a imunização será feita na fase 1 em pessoas acima de 70 anos de idade, imunocomprometidos, indígenas, ribeirinhos e quilombolas; na fase 2, pessoas com idade entre 60 anos e 69 anos de idade; na fase 3, gestantes e puérperas; e na fase 4, profissionais de saúde.

Notícias relacionadas:Covid: idosos acima de 85 anos recebem vacina bivalente no Rio.RJ começa a receber doses de vacina bivalente contra covid.Covid-19: DF inicia aplicação de reforço em crianças de 3 e 4 anos.No Brasil, duas vacinas bivalentes, ambas produzidas pelo laboratório Pfizer, receberam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial. Elas são indicadas como dose única de reforço para crianças e adultos, após dois meses da conclusão do esquema vacinal primário, ou como última dose de reforço.

O ministério reforça que as vacinas monovalentes contra a covid-19 seguem disponíveis em unidades básicas de Saúde (UBS) para a população em geral e são classificadas como “altamente eficazes contra a doença”, garantindo grau elevado de imunidade e evitando casos leves, graves e óbitos pela doença.

“A aplicação da bivalente não significa que as vacinas monovalentes não continuam protegendo. Elas continuam protegendo, mesmo para a variante Ômicron, mas, claro, tendo a possibilidade de uma vacina desenhada mais especificamente para a variante circulante, a tendência é termos uma melhor resposta", reforçou o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha.

* Colaborou Priscilla Mazenotti, da Rádio Nacional

FONTE/CRÉDITOS: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil *
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