Teixeira de Freitas vive uma transformação histórica em sua política de assistência social. O que antes era conhecido como Secretaria Municipal de Assistência Social deu lugar a um novo modelo de gestão: a Secretaria de Promoção Social e Cultura, comandada com pulso firme, sensibilidade e visão de futuro pela primeira-dama e secretária, Penélope Belitardo.
Com uma abordagem ousada e inovadora, Penélope mudou a lógica da assistência no município. Sua gestão rompeu com o modelo meramente assistencialista e implementou um novo conceito: não basta assistir, é preciso promover. A vulnerabilidade social não pode ser vista como uma condição permanente — e é exatamente aí que entra a proposta revolucionária da secretária.
Penélope Belitardo enxergou aquilo que muitos ignoravam: a cultura é uma das mais poderosas ferramentas de transformação social. Por essa razão, trouxe o Departamento de Cultura para dentro da pasta, deslocando-o da Secretaria de Educação. Assim, consolidou a cultura como o braço mais estratégico da promoção social.
Hoje, os resultados dessa mudança são visíveis e impactantes. Oficinas culturais, concursos, festivais e ações comunitárias ganharam os bairros da cidade. A cultura deixou de estar restrita ao centro e passou a irradiar cidadania nos quatro cantos de Teixeira de Freitas. Descentralização virou palavra de ordem: os CRAS (Centros de Referência da Assistência Social), a sede da secretaria e duas Casas da Cultura se tornaram polos de arte, conhecimento e autoestima.
A secretária e sua equipe aplicou com maestria os princípios do SUAS — Sistema Único de Assistência Social, que vai muito além do atendimento emergencial. Ela compreendeu a verdadeira missão do sistema: retirar as pessoas da vulnerabilidade social e oferecer meios reais para sua inclusão e autonomia. E fez isso com planejamento, sensibilidade e eficiência.
Sob sua liderança, a Secretaria de Promoção Social e Cultura passou a oferecer muito mais que serviços: passou a entregar oportunidades. A autoestima de famílias inteiras foi resgatada através da arte, da expressão cultural, do pertencimento. A juventude encontrou nos projetos culturais uma nova chance. Idosos passaram a ser valorizados e incluídos em atividades que estimulam o convívio e o bem-estar.
Teixeira de Freitas se tornou referência. Outros municípios já observam de perto o novo modelo implementado por Penélope Belitardo, que mostra que é possível aliar técnica, sensibilidade e ousadia na administração pública. Uma mulher, uma gestora, uma líder que ousou transformar a dor em dignidade — e está escrevendo uma nova história na assistência social do Extremo Sul baiano.
Sob a batuta de Penélope, a cultura deixou de ser coadjuvante e assumiu o protagonismo de uma política pública que realmente transforma vidas.
Teixeira de Freitas agradece. E o Brasil começa a aplaudir.

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